sexta-feira, junho 30, 2006

Em dia de anos

























Almoçámos lá fora na esplanada

quinta-feira, junho 29, 2006

Da escola

a-e-i-o-u
ca-be-ça de bu-rro és mes-mo tu

sexta-feira, junho 23, 2006

Cantigas de embalar

Joãozinho foi ao vinho,
partiu o copo no caminho,
ai do copo, ai do vinho,
ai do rabo do Joãozinho.

Miminho do caco foi ao mato,
não trouxe pinha nem cavaco,
trouxe uma galinha choca,
dentro dum saco.

quarta-feira, junho 21, 2006

Felizmente éramos dois



Aqui estamos a cortar, cada um o seu leitão. Mas havia poucos a apanhar as cerejas, praticamente só havia esta menina.

segunda-feira, junho 12, 2006

A brincar

Rei, Capitão,
Soldado, Ladrão,
Menina bonita,
Do meu coração.

O campeonato...

... do mundo de futebol ainda agora começou e já fêz estragos.

sexta-feira, junho 09, 2006

E vão quatro

O terceiro enguliu-o sem querer, quando o pai lhe deu o último abanão.
O quarto arrancou-o antes de ontem, sózinha, mas não queria falar nisso.

Tudo tremido



Mas vê-se bem que estou com os copos...

Amor localizado

Se não gostasse de ti ... não estavas aqui!

quinta-feira, junho 08, 2006

Cantiga para disfarçar

Lá em cima está o tiro-liro-liro
Cá em baixo está o tiro-liro-ló
Juntaram-se os dois à esquina
A tocar a concertina
E a dançar o solidó

quarta-feira, junho 07, 2006

Jacarandá


Meu limão, meu limoeiro
Meu pé de jacarandá
Uma vez, tindolelê
Outra vez, tindolalá

Em Lisboa, como em Joanesburgo, estamos em festa quando as flores de jacarandá começam a atapetar os passeios e os relvados dos jardins.

terça-feira, junho 06, 2006

Linguagem de template

Defacto lingo est igpay atinlay
Epsum factorial non deposit quid pro quo hic escorol. Olypian quarrels et gorilla congolium sic ad nauseum. Souvlaki ignitus carborundum e pluribus unum. Defacto lingo est igpay atinlay. Marquee selectus non provisio incongruous feline nolo contendre. Gratuitous octopus niacin, sodium

Uma escolha dos diabos (666)

segunda-feira, junho 05, 2006

Hesitação

Entre dúvidas certeiras e certezas duvidosas venha o diabo e escolha.

quarta-feira, maio 31, 2006

23 anos depois

Parabéns Jorge. Todos os pais gostariam de ter um filho como tu mas eu é que tive essa sorte.

terça-feira, maio 30, 2006

A menina dança?

Ouçam lá

É um homem de Mogofores, portanto da Bairrada. Sim é o José Cid em Ontem, Hoje e Amanhã. Era o nosso Elton John, eram os 1.111, eram os anos 60, os strawberry fields forever...

Má lingua

A nossa Miffy tem renovado o seu vocabulário guerreiro, imagino que em resultado do confronto diário com problemas a resolver, não diria no local de trabalho, mas de aprendizagem de vida.
As últimas são: "Isto ainda vai acabar à porrada..." e "Isso para mim é canja..."

domingo, maio 21, 2006

Rio acima


Depois foi um almoço no campo.

Vouga abaixo


Lá vamos nós Vouga abaixo. Parecemos confusos mas chegámos todos ao mesmo tempo, uns mais molhados do que outros.

sexta-feira, maio 19, 2006

quinta-feira, maio 18, 2006

Um Filho Querido


















No outro domingo, Dia da Mãe, o rapaz que já não é pequeno, depois de almoço, foi para a cozinha trabalhar e fez esta obra de arte, que muito sensibilizou a Mãe.

quarta-feira, maio 17, 2006

A nossa sub 21











Temos lá em casa uma sub 21 que todos os dias traz um grito novo para os treinos no pátio, a que obriga quem estiver mais à mão.
Primeiro foi o: "Estou desmarcada, 'tou desmarcada", o que levou algum tempo a entender, por não ter uma dicção muito perfeita (era mais pelo como soava).
Agora, antes de iniciar a primeira corrida para a bola (aquisição recente com os pontos da Galp), ei-la a gritar: "Vais levar uma abada".
E pronto, lá começa ela aos chutos, e ai de quem se lhe atravesse à frente.

quinta-feira, maio 11, 2006

Vamos na procissão


Amadeo de Souza-Cardoso, Procissão Corpus Christi, 1913

terça-feira, maio 02, 2006

A música mudou

A música agora é outra.

Boa é a vida, boa vai ela

Ir de barco para a praia. Andar a apanhar conquilhas de manhã (maré muito baixa) e comê-las ao almoço. Ou ir de comboio para a praia (um euro cada viagem) e comer um gelado na esplanada.

quinta-feira, abril 27, 2006

Energias renováveis















Rio Zêzere 2004
Com o petróleo a este preço temos de começar a treinar outros modos de transporte. Que tal começar pela canoagem?

quinta-feira, abril 20, 2006

Petróleo a 80 dólares

O FMI admite que o petróleo supere os 80 dólares no segundo semestre (no DN de hoje)

À procura de um número
Andamos enganados! O número já não interessa, 6 ou 7 e com qualquer casa decimal tanto me faz. Sou da geração dos que poderiam ter participado na construção de uma central nuclear, nos anos 70, em Ferrel, lembram-se? Agora temos duas construídas pelos espanhóis, nos rios que passam à nossa porta, no Douro e no Tejo. Também podíamos ter feito uma barragem no rio das gravuras, mas não fizémos, porque as gravuras não sabiam nadar, lembram-se? Acho que já não vamos ter "tempo" para fazer nada, nem TGV, nem novo aeroporto. "Tempo" é dinheiro, e o dinheiro gastamo-lo em combustíveis, para produzir energia. Quarenta anos para fazer uma revolução, mais trinta anos para chegar aqui, com os bolsos vazios, é de facto muito tempo para não fazer nada. E já nos andam a vender o cavaco...
(de um blog aqui ao lado em 2005-05-17)

quarta-feira, abril 19, 2006

Estarei a ficar velho?

Tecnicamente é uma verdade indiscutível. No entanto os argumentos utilizados são um acréscimo na intransigência, intolerância, resmunguice, teimosia, egoísmo. Pois eu acho que estou igualzinho (nos defeitos). Talvez seja a sensação de quem entra na faixa contrária da autoestrada e acha que os outros estão todos malucos. Parece que já estou preparado psicologicamente para enfrentar o mundo todo ao contrário. Talvez tenha vindo a perder qualidades. Mas deixar a luz acesa, a televisão ligada, a porta aberta, a sanita suja, o carro mal estacionado a ocupar dois lugares, a roupa abandonada no chão, tirar os sapatos sem desapertar os atacadores, cuspir para o chão, atirar lixo pela janela do carro, passar à frente na fila, e outras coisas semelhantes despertam em mim instintos nazis. Isto para não me estender em mais explicações sobre os sentimentos que me suscitam os drogados, homossexuais, pedintes, chicos espertos, e outros grupos marginais. Pois de facto estamos todos a ficar mais velhos ao mesmo ritmo, em cada dia um dia.

segunda-feira, abril 17, 2006

Histórias do desconhecido

Um desconhecido, que foi a minha casa, andou em cima dos meus chinelos Lacoste. Deixou-os sujos junto à banheira e percebi logo que era para eu os passar por água e pôr a secar. Está por provar a origem do lenho detectado na sola. Em cima do lava louça, virado ao contrário, como se estivesse lavado, estava o cinzeiro, sujo, apenas despejado no caixote do lixo, onde as beatas ficaram a aboborar. Percebi logo que era para o lavar e arrumar no sítio. Uma ponta de cigarro ficou apagada num vaso da varanda. Creio que a mensagem era de liberdade, tipo: o meu cinzeiro é o mundo. Também a removi, e à própria planta que de tão sequinha deve ter sugestionado este acto irreflectido. Só não percebi a da meia velha abandonada...

quarta-feira, abril 05, 2006

Desesperada







Estava eu deitado de nariz para o ar, já muito tarde, quando confirmei que a dona da minha casa estava desesperada (de sono) e não conseguia ver isto.

terça-feira, abril 04, 2006

Hoje não me recomendo

Já não vou à ginástica desde a maratona. Depois de uma fase de cinco dias com delirantes picos de febre que chegaram aos 37,6 ºC e de ontem estar tão rouco que nem sequer me ouvia, hoje, se baixo a cabeça, corre um fio de água do nariz. É um sofrimento atroz que alguém diz ser incomparável às dores de parto. Amanhã que mais me irá acontecer. Ao menos que o Benfica não perca.

quinta-feira, março 09, 2006

Para o infinito e mais além

Como se antevia aqui, após o jogo da Luz, estamos talhados apenas para grandes feitos. Problemas só mesmo com o Amadora e outros que tais. Hoje de manhãzinha, em Alvalade, lá aparecemos todos os três bairradinos benfiquistas de peito feito a recolher os louros. Para que conste também ganhámos o jogo de vólei.

segunda-feira, março 06, 2006

A Primeira Vez

Há uma primeira vez para tudo, até para ser convidado por um(a) filho(a) para almoçar em casa dele(a). Foi ontem, e estava tudo muito bom!

sexta-feira, fevereiro 24, 2006

O mau da fita












Então não é que ontem deu, no canal 2, o Kilas, que, confirmei hoje, continua a não existir em DVD. Não tem explicação! Será que o filme português mais visto em Portugal (?) 121.269 espectadores, que fui ver ao cinema Éden (o local mais adequado) e que tento comprar há uns anos, desde 1981 que nunca foi editado para venda?

quarta-feira, fevereiro 22, 2006

quinta-feira, fevereiro 16, 2006

Ia a passar e...

Pela terceira vez fui comprar The Last Waltz, com muita saída, neste Natal, como prenda de recurso para substituir prendas repetidas. Estava esgotado! Após ter encomendado, ia a passar e ouvi uma voz feminina que dizia, num grande ecran de plasma: “Play the old songs, Sam”. É verdade era a cena antes do Rick chegar. Resumindo... comprei o Casablanca!

Ninguém leva a mal

Teresa e Helena convidadas para Carnaval no Algarve (DN 16-02-2006)

terça-feira, fevereiro 14, 2006

Versejando

Em dia de S. Valentim compra prendas às namoradas e também uma para ... tim, para ... mim, para ... o Quim.

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

São muitos nomes ... e datas

Um miúdo da escola da minha filha M. convidou-a para a festa de anos. Como de costume liguei a responder e anunciei hesitante e distraído: “Sou o pai ... do D. C.”. Diz o querido filho para a mãe (no andar de cima): “Vá lá disse o nome de um cá de casa”.
Dias antes tinha-me ligado a minha filha E., e depois de muita conversa lá arrisca: ”Sabes que hoje faz anos a M.?...” Tinha-me esquecido! Para me redimir lá fui de saco da Fnac (o Egas Moniz costumava ir de corda ao pescoço) uns dias depois.

A retirada dos franceses

Na minha terra comemora-se a batalha do Bussaco (não sei se corresponde à festa chamada Bussaquinho que é na quinta-feira da Ascensão). No Bussaço faz-se (?) a reconstituição dessa batalha, travada em 27 de Setembro de 1810, e ainda existe um museu militar que guarda a história dessa resistência.
Compreendo portanto muito bem a contida mas indisfarçável alegria de quem lê à minha frente que “Depois de dezasseis anos de administração francesa ... voltou para mãos portuguesas”.

quinta-feira, fevereiro 09, 2006

Alvíssaras...

... a quem conseguir descobrir a continuação da sequência numérica abaixo:

2,10,12,16,17,18,19,...

Aviso especial: Este passatempo não se destina a principiantes, e a solução (a publicar como comentário, dentro de alguns dias) pode provocar traumas psicológicos.

quarta-feira, fevereiro 08, 2006

ADHD a tua tia

O maduro pôs um comentário sugerindo um tratamento para uma perturbação de falta de atenção resultante da hiperactividade. Também temos um comentário com produtos para tratamento de piscinas. Deve ser resultado da consulta do site onde foi o alojado o filme das férias. Vendo o trailer não percebem o que fazem estas crianças muito agitadas nas enormes piscinas. Que Deus lhes recompense a boa intenção...
P.S. Este post é do fim do Verão. A seguir à publicação do já célebre Verão 2005 começaram com os comments automáticos e esta era a resposta, antes de me limitar a remover os ditos. Sabe-se lá porque me terei lembrado disto...

Play it again, Sam

Aqui está um blog que me diz qualquer coisa

terça-feira, fevereiro 07, 2006

É a globalização estúpido

Gates está em primeiro, Mittal vai em terceiro e há uma dúvida que me invade: quem é o segundo?

P.S. Eu bem que desconfiava que era o Buffett. Aqui vai a lista:
Bill Gates - EUA - $51.5 bilhões
Warren Buffett - EUA - $44.0 bilhões
Lakshmi Mittal - Índia - $25.0 bilhões (era No. 62 in 2004)
Carlos Slim Helú - México - $23.8 bilhões
Alwaleed Bin Talal Bin Abdulaziz Al Saud - Arábia Saudita - $23.7 bilhões

P.P.S. Isto dos bilhões soa mal que se farta! Nós temos a versão "fina" dos milhares de milhões.

segunda-feira, fevereiro 06, 2006

quinta-feira, fevereiro 02, 2006

Rios de dinheiro

[ou "Filha, já sou empresário!"]

A Technip Portugal, até agora sob controlo da francesa com o mesmo nome, do grupo Total, foi alvo de um management buy-out (MBO), que possibilitou a passagem da gestão para mãos portuguesas. "Havia vários grupos estrangeiros interessados na compra da Technip Portugal, o que nos levou a avançar com o MBO, processo que foi concluído ontem", afirmou ao DN Gomes da Cruz, da direcção da empresa.

[daqui]

Um salto na evolução
















Tudo começou quando esta senhora “obrigou” este senhor a mandar o filho estudar para a universidade em Lisboa. Por isso é que agora estamos todos aqui sentados a olhar para este blog. Senão outro galo cantaria todas as manhãs, bem cedo.

terça-feira, janeiro 31, 2006

Os Primos


Há 30 anos eram assim os primos. Junto à antiga casa de uns e nova casa de outros, atrás o R4 expectante, estavam de partida para um pic-nic.

segunda-feira, janeiro 30, 2006

O mundo visto do Colombo - Lá fora a neve caía

Estávamos a almoçar junto à janela e de repente começou a nevar. Será um bom presságio? Já temos muitos BMW's, autoestradas com neve, a nossa classe média até vai de férias na época do ski, o que nos falta para sermos desenvolvidos?!...

Entretanto fiquemos com o que nos diz alguma coisa:

Balada da neve

Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.

É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...

Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.

Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
- Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!

Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...

Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança...

E descalcinhos, doridos...
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...

E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim,
fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
- e cai no meu coração

Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!...

Augusto Gil, Luar de Janeiro

sexta-feira, janeiro 27, 2006

E vão dois...

... dentes fora! Este meteu anestesia, alicate, etc. Coitada dela deitada na cadeira a fazer-se forte rodeada de curiosos a assistir. Não chorou nem nada. A receita era: "Fecha os olhos e abre a boca, só abres os olhos quando eu (o médico) disser." Resultou! Se bem que todos tivéssemos visto os olhos a abrir quando a grande seringa operava na gengiva já insensível do gel com sabor a framboesa.
À noite enquanto dobrava minuciosamente a nota de 5 euros, que vai resultar da transformação do dente por obra da fada dos dentes, e cujo destino vai ser a barriga do porquinho, estava a pensar que estas minhas crianças desde as primeiras vacinas são do estilo antes quebrar do que torcer, a fazer lembrar as de outras eras.

quinta-feira, janeiro 26, 2006

Está tudo pendurado?

"A mãe está a deixar tudo pendurado!" diz a mais pequena ao fim do dia quando espera que a mãe chegue a casa. Parece que um dia destes ao telefone a mãe tinha dito que ia mais cedo "mas ia deixar aquilo tudo pendurado". Não consigo imaginar o que aquela cabecinha pode imaginar ao dizer aquilo mas calculo que pensa que a mãe, ao fim da tarde resolve pendurar os papéis na corda da roupa lá do ministério e se vem embora.
Aliás um dia destes tinha desabafado: "Ó mãe não me compres mais roupa (nos saldos) porque assim nunca mais chegas ao fim do cesto (da roupa suja)". Isto veio na sequência de ter presenciado um suspiro maior da mãe, que raramente consegue ver o fundo ao referido cesto.
Portanto, digo eu, no trabalho da mãe há um grande cesto, uma máquina industrial de lavar (papéis?) e um grande estendal. De facto a realidade não é muito diferente. Ficamos é nós todos pendurados no pau da roupa!

sexta-feira, janeiro 20, 2006

À mesa este Natal


Estavam como de costume outras toalhas da Avó.

As Avós


São instituições de referência nas nossas vidas. As quatro avós dos meus filhos foram e são de uma dedicação inexcedível. Temo que as novas gerações não tenham o aconchego de uma Avó ali ao lado para os receber quando vêm da escola ou para lhes dar o remédio e o almoço quando ficam em casa doentes, a torradinha, a dedicação, a desarrumação autorizada, a preocupação, os arranjos, a paciência que os pais não têm, o jantar feito, “tem sempre gente em casa?...”.
Às vezes escapa-me uma avaliação completa da qualidade de vida que se tem quando está uma Avó por perto. Só quando ouço qualquer frase solta: “Não tenho a quem deixar as crianças nas férias da escola...” ou “Tenho o miúdo doente e não posso ir trabalhar...”.
Tão distraído, e com tanta sorte, como à mesa sobre obras de arte que levaram horas a fazer e em que só reparo um dia quando ao estender a toalha uma luz especial lhe faz ressaltar a cor dos bordados para a fotografia, e os remorsos por tanta falta de atenção.

quinta-feira, dezembro 29, 2005

A história do Natal?

Transcrição de um texto interessante, retirado do http://semiramis.weblog.com.pt/ sobre a origem da tradição que comemoramos nesta época (para ler aqui)

O mundo visto do Colombo - À mama

(Ouvido contar no restaurante, na mesa ao lado)
Numa carruagem do comboio estava sozinho um homem quando entra uma mulher que se senta em frente e começa a dar mama ao bébé.
Passado um bocado pergunta-lhe ele: Não me deixa também mamar um bocadinho?...
Responde ela: Então e não queria mais nada?...
Diz ele: Só se fosse também uma bolachinha...
Post Scriptum:
A versão acima foi corrigida em resultado de uma intervenção de censura feminina.
De facto na história que eu ouvi, contada por uma mulher, ela aceitava dar de mamar ao homem e às tantas perguntava se ele não queria mais nada, ao que ele (parolo?) pedia então a bolachinha.
Como se vê a posição da mulher nas duas versões é substancialmente diferente. Na primeira irrepreensível, na segunda descarada.

segunda-feira, dezembro 26, 2005

O Sistema mexeu

Há dias recebi dois cheques do Macedo com uma frase tipo a dizer: "Em virtude de V. Exª ter pago indevidamente em ... a importância de ..." É difícil ter frases tipo para todas as situações, pelo visto é mesmo impossível nesta circunstância pedir desculpa, mas "ter pago Indevidamente" é provocatório. Vou conferir muito bem se o que me devolvem é o que me confiscaram em Julho.

sexta-feira, dezembro 23, 2005

O concerto no Porto


A nossa primeira ida à Casa da Música não correu nada bem. Os bilhetes comprados com mais de um mês de antecedência foram muito caros, mesmo tendo em conta a idade dos miúdos. Parecia interessante ir ouvir cantatas de Natal de Bach. No entanto, ao fim da tarde, depois de um encontro com o MP3 na rua de Santa Catarina, a miúda começou a ficar com febre. Depois de jantar lá fomos, tentámos resistir ao emaranhado de escadas, desde o estacionamento, ao estranho efeito de uma bancada de público do outro lado do palco, à sonolenta música de igreja, mas não conseguimos e saímos ao intervalo. Foi a nossa contribuição para o défice orçamental do grande caixote nortenho.

O mundo à espera


Hoje sinto-me assim! (e acabei de chegar do El Corte Inglés)

Histórias da Ibéria


Mosteiro de Santa Maria da Vitória (ou da Batalha)
Desde a batalha de Aljubarrota que se comemoram em grande as vitórias sobre os espanhóis. Mesmo que insignificantes, valem sempre pelo mau perder que lhes é característico.

quinta-feira, dezembro 22, 2005

Já está!

Dono de boas acções, administrador de empreendimento próspero, novos projectos a nascer de raiz cá e lá, que mais se poderia desejar no sapatinho?!... Sim, porque do resto já se sabia que não me faltava nada.

quarta-feira, dezembro 07, 2005

Uma outra história

Inquietação



A contas com o bem que tu me fazes
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes.

São flores aos milhões entre ruínas
Meu peito feito campo de batalha
Cada alvorada tu me ensinas
A mim pó que o vento espalha.

Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê não sei, porquê não sei
Porquê não sei ainda.

Há sempre qualquer coisa que está para acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê não sei, porquê não sei
Porquê não sei ainda.

Ensinas-me a fazer tantas perguntas
Na volta das respostas que eu trazia
Quantas promessas eu faria
Se as cumprisse todas juntas.

Não largues esta mão no torvelinho
Pois falta sempre pouco para chegar
Eu não meti o barco ao mar
Para ficar pelo caminho.

Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê não sei, porquê não sei
Porquê não sei ainda.

Há sempre qualquer coisa que está para acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê não sei, porquê não sei
Porquê não sei ainda.

Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê não sei
Mas sei que não sei ainda.

Há sempre qualquer coisa que está para acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê não sei
Mas sei que não sei ainda.

Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê não sei
Mas sei que essa coisa é que é linda.

Autor: José Mário Branco

sábado, novembro 26, 2005

De noite


GUARDI, Francesco
Night time Procession in Piazza San Marco 1758

Dois nomes

Cadarache:
“O ITER é o primeiro reactor experimental de fusão nuclear, a construir em Cadarache, França, no âmbito de uma cooperação internacional que envolve a União Europeia, o Japão, a Rússia, os Estados Unidos, a China e a Coreia do Sul. O custo da construção, que durará 10 anos, é de cerca de 4.000 Milhões de Euros.”













faz-me lembrar Caran d’Ache:














Que também é o “petit nom” do meu amigo Germano, engenheiro químico reformado permaturamente, que está a tirar o curso de pintura na Sociedade Nacional de Belas Artes, quando invectivado, pelo Izildo, no meio de um discutido jogo de voleibol.

Verão quente

Muitas histórias haveria para contar do meu verão quente. Uma tripulação seleccionada enchia o R4: o Cabral (a quem, imprevidente, emprestei uma noite o carro), o Varela e o Pinheiro (depois substituído por se ter baldado) andava entre a Nazaré (o Varela tinha lá casa) e Évora (os ”esquemas” do Varela, que tinha que ir aos ensaios), com passagem em muitos bailes daquele fim de verão, do Pego até Mação. Havia também as professoras e o padre não sei de onde. As discussões políticas no Pelicano, do Ferro com o Alcobia (um tipo excepcional, que se suicidou anos depois por não suportar a impossibilidade de ver concretizados seus ideais).
Os fins de tarde no hotel de turismo, as madrugadas de serviço na guarita (ou dentro do carro), os dias de plantão à unidade, de serviço à porta de armas, de faxina, tentando resolver uma rotura e acabando a varrer a parada. Rio de Moinhos, Mouriscas, Penhascoso. De blusão camuflado voava baixinho à noite, também ao meio da semana, para Lisboa, regressando de madrugada. Foram só três meses?!... E a situação política, as confusas manifestações dos SUV (Soldados Unidos Vencerão eramos nós?). Estava tão por dentro e via tão pouco televisão que durante muito tempo me escapou o significado da sigla PREC.

Assédio


BATONI, Pompeo
Susanna and the Elders

sexta-feira, novembro 25, 2005

Onde é que tu estavas no...

...no 25 de Novembro (há 30 anos)? Quartel general em Abrantes, éramos quarenta, tinhamos chegado em Julho, fazer o curso de cabo, recambiados por mau comportamento (revolucionário?) em Mafra, no Dezembro anterior. No primeiro dia enchemos o parque de estacionamento do quartel (todos tinham levado carro!). Mau sinal tantos soldados com bom aspecto a comer nos restaurantes e a fazer vida de rico naquele meio pequeno. Ao meu lado na camarata dormia um futuro ex-secretário geral. Durou pouco tanta animação por aqueles lados. Tancos era ali mesmo ao lado e os paraquedistas queriam coboiada. No dia 28 voltámos de mala aviada, passados à “peluda” em tempo recorde, tão ansiosos que estavam de se verem livres de nós (e nós deles!).

quarta-feira, novembro 23, 2005

Wireless

Lá em casa já estamos ligados sem fios. Depois de várias experiências e equipamentos devolvidos, apesar da espessura das paredes e dos acidentados trajectos a vencer, já temos a rede até no quarto do artista careca.

sábado, novembro 19, 2005

Quem pode, pode

Quem não pode, pede ao pai.

O meu iPod nano (cutchi-cutchi) encontra-se recheado com 533 músicas, o que corresponde a 36 horas de um som fantástico. Aí vão dois dos quatro gigas. E os meus discos passaram a estar arrumados em duas categorias: “os que já foram carregados” e “os que ainda não foram carregados”. Agora tenho que começar a andar mais a pé.

quarta-feira, novembro 16, 2005

E pimba!

Numa semana duas boas notícias confirmam um horóscopo auspicioso. Eu não acredito em bruxas... só em fadas (gordas e boas)!

sexta-feira, novembro 04, 2005

The jargon - explained

BIMBO – A combination of management buy-in and buy-out where the team buying the business includes both existing management and new managers (Não é o nosso caso)

Ar limpo


É de aproveitar para respirar fundo porque se trata de um recurso escasso, principalmente para quem trabalha na Avenida da Liberdade.

quinta-feira, novembro 03, 2005

De cima


Esta é a vista de cima da Torre de Menagem. O autor foi o miúdo do costume. Registaram-se duas lesões musculares em resultado da subida. As damas não aguentaram.

quinta-feira, outubro 27, 2005

De lado (regressando a um tema antigo)


Canaletto, The Molo Looking West, 1730

terça-feira, outubro 25, 2005

Hoje faz 40 anos

E está tão bonita como quando a conheci.

Foi por ela...



Foi por ela que amanhã me vou embora
ontem mesmo hoje e sempre ainda agora
sempre o mesmo em frente ao mar também me cansa
diz Madrid, Paris, Bruxelas quem me alcança
em Lisboa fica o Tejo a ver navios
dos rossios de guitarras à janela
foi por ela que eu já danço a valsa em pontas
que eu passei das minhas contas foi por ela

Foi por ela que eu me enfeito de agasalhos
em vez daquela manga curta colorida
se vais sair minha nação dos cabeçalhos
ainda a tiritar de frio acometida
mas o calor que era dantes também farta
e esvai-se o tropical sentido na lapela
foi por ela que eu vesti fato e gravata
que o sol até nem me faz falta foi por ela

Foi por ela que eu passo coisas graves
e passei passando as passas dos Algarves
com tanto santo milagreiro todo o ano
foi por milagre que eu até nasci profano
e venho assim como um tritão subindo os rios
que dão forma como um Deus ao rosto dela
foi por ela que eu deixei de ser quem era
sem saber o que me espera foi por ela

Autor: Fausto Bordalo Dias

quinta-feira, outubro 20, 2005

Vá lá atende...

Nas últimas eleições não senti nenhum apelo ao voto parecido com este motivador toque de telefone, a que não posso deixar de ser sensível acabando sempre por responder.

quinta-feira, outubro 13, 2005

quarta-feira, outubro 12, 2005

Exposição de Motivos...

... da ELEVAÇÃO À CATEGORIA DE CIDADE DA VILA DE ANADIA E POVOAÇÕES CONTÍGUAS
Para quem tenha a paciência de ler, encontra aqui, no 5º parágrafo do capítulo II, uma referência à Ponte da Pedra.

segunda-feira, outubro 10, 2005

Eleições de pé quebrado

O povo tresmalhado
Na maior parte das autarquias
Não sabe em quem votar
Só em Gondomar.

Tira de uns, põe nos outros
Salta daqui para ali
Descrendo dos eleitos, um desatino
Só no Isaltino.

Acredita nas sondagens
Para aquelas cinco câmaras
Para evitar mais asneiras
Só na Felgueiras.

Não gosta do rosa-choque
E farto de desgraças
Castiga o pedante
Até em Amarante.

domingo, outubro 09, 2005

No dia do teu aniversário

You are my sister, we were born
So innocent, so full of need
There were times we were friends but times I was so cruel
Each night I'd ask for you to watch me as I sleep

I was so afraid of the night
You seemed to move through the places that I feared
You lived inside my world so softly
Protected only by the kindness of your nature

You are my sister
And I love you
May all of your dreams come true

We felt so differently then
So similar over the years
The way we laugh, the way we experience pain
So many memories
But there’s nothing left to gain from remembering
Faces and worlds that no one else will ever know

You are my sister
And I love you
May all of your dreams come true
I want this for you
They're gonna come true (gonna come true)

Parabéns!

[«You Are My Sister», Antony and the Johnsons (ft. Boy George). Tenho pena de não ter conseguido encontrar a música completa... mas agora até já tens o disco e tudo.]

PARABÉNS ELSA


Todos gostam muito da irmã mais velha!

quinta-feira, outubro 06, 2005

Coincidências

O juiz Luís foi para o SIS.

terça-feira, outubro 04, 2005

Os sonhos são traiçoeiros

Sonho Primeiro
Estou em Angola, ou na ideia que eu tenho de Angola. É um quase pesadelo, com caminhos de terra e veredas no meio de vegetação raquítica, que levam a um grande terreiro, onde se aproximam homens armados, poucos, dos quais me afasto sorrateiramente. Uma escadaria de degraus de terra, que leva a uma varanda sobre um rio seco, onde está uma espécie de altar com oferendas (e esqueletos?).
Nunca fui a Angola. Já ouvi milhares de histórias de amigos que de lá vieram, ou que lá vão com frequência. A última foi do Joãozinho que me contava o estado lastimoso das estradas, que faz aumentar em muitas horas os tempos de viagem. Dizia ele que têm buracos tão grandes que os camiões lá entram, descendo por um lado e subindo pelo outro para sair.

Sonho Segundo
Acabei mesmo agora por descobrir que foi a propósito do Personal Trainer, o António Costa.
Casa estranha, família chinesa (?). Eu a explicar a história de rios novos e rios velhos e um homem noutra sala, com aspecto de fumador de ópio. Não era propriamente um pesadelo mas no fim fiquei com a ideia de que tinha sido enganado.

terça-feira, setembro 27, 2005

Enredados no Sistema

Quanto mais nos mexermos mais enredados iremos ficar? Ele são processos de execução fiscal imparáveis, são devoluções retidas e confirmações de compensações de impostos comprovadamente pagos há meses ou anos. Assunto tratado ao mais alto nível, mails para o Sistema, respostas pressurosas, sites que retratam a situação meia resolvida... Somos mesmo já um case study. Então e a massa? Têm que me devolver a massa! As eleições estão à porta e a minha promessa mantém-se: Não há pão (leia-se: votos) para malucos!

Os parolos do MBO

Andam uns gajos entre Paris e Madrid a resolver o nosso futuro e às tantas propõem distribuir umas migalhas aos parolos. Até nos aconselham sobre a solução que é melhor para o nós. Para já levam sopa mas depois, se cá aparecem com a faca e o queijo na mão, pode ser o cabo dos trabalhos para lhes dar a volta. Continuamos muito cá para baixo na cadeia alimentar...

quarta-feira, setembro 21, 2005

Primeiro Aniversário

Parabéns a mim que iniciei este Blog faz hoje um ano, divertindo e cultivando assim uma multidão de leitores, incondicionalmente rendidos à qualidade dos conteúdos, e que já o visitaram mais de duas mil vezes.
(Modéstia à parte...)
No princípio chamou-se Ponte a Pé, nome que foi recuperado aqui.

terça-feira, setembro 13, 2005

A fEstA é aQuI

Está visto que a festa também é aqui!
Chamo mesmo a vossa atenção para a frase tirada do contexto: "...muitas guerras com a minha mulher, porque isto com a idade já era para ter juízo".

sexta-feira, setembro 09, 2005

Um rodapé com estilo

Se não repararam vejam o rodapé. E, a propósito...

Chico Buarque - Bom conselho - 1972

Ouça um bom conselho
Que eu lhe dou de graça
Inútil dormir que a dor não passa
Espere sentado
Ou você se cansa
Está provado, quem espera nunca alcança

Venha, meu amigo
Deixe esse regaço
Brinque com meu fogo
Venha se queimar
Faça como eu digo
Faça como eu faço
Aja duas vezes antes de pensar

Corro atrás do tempo
Vim de não sei onde
Devagar é que não se vai longe
Eu semeio o vento
Na minha cidade
Vou pra rua e bebo a tempestade

O Poder de um momento

A súbita decisão de fazer com que algo aconteça, sem que isso seja um objectivo expresso do interessado. Pegar no telefone, estabelecer a ligação e suscitar a “boa acção”. Saber que aconteceu o que se provocou e que já teria acontecido outra coisa se não tivesse feito nada. Este impulso mudou a vida de alguém? Para melhor? Se não tivesse feito nada teria acontecido uma outra coisa qualquer e não esta. E seria pior?...

quarta-feira, setembro 07, 2005

Voltemos ao tango

Astor Piazzolla - Tango Apasionado
Prólogo

Finale


Também há mais tangos aqui!

sexta-feira, setembro 02, 2005

Mais nada!...

D'après Mário Soares:

Liberdade

Ai que prazer
não cumprir um dever.
Ter um livro para ler
e não o fazer!
Ler é maçada,
estudar é nada.
O sol doira sem literatura.
O rio corre bem ou mal,
sem edição original.
E a brisa, essa, de tão naturalmente matinal
como tem tempo, não tem pressa...

Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.

Quanto melhor é quando há bruma.
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!

Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol que peca
Só quando, em vez de criar, seca.

E mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças,
Nem consta que tivesse biblioteca...

(Fernando Pessoa)

segunda-feira, agosto 29, 2005

Parabéns Inês


Gostamos todos muito de ti!

terça-feira, agosto 23, 2005

Verão 2005

Se tiverem paciência para esperar podem ver como nos divertimos!
(Entretanto é melhor parar a música de fundo na coluna do lado direito)



Maré cheia

Ria adentro pela placa de cimento, a caminho da praia. O percurso muda todos os dias.

sexta-feira, agosto 19, 2005

Olha uma nêspera

RIFÃO QUOTIDIANO

Uma nêspera
estava na cama
deitada
muito calada
a ver
o que acontecia

chegou a Velha

e disse
olha uma nêspera
e zás comeu-a

é o que acontece
às nêsperas
que ficam deitadas
caladas
a esperar
o que acontece

Mário-Henrique Leiria, Novos Contos do Gin

Acabou o Verão?


José Malhoa, Praia das Maçãs, 1918

quinta-feira, agosto 18, 2005

De frente!


Canaletto, Palazzo Ducale and the Piazza di San Marco, 1755

Casamento



“Na riqueza e na pobreza, no melhor e no pior, até que a morte vos separe.”
Perfeitamente.
Sempre cumpri o que assinei.
Portanto estrangulei-a e fui-me embora.

terça-feira, agosto 16, 2005

Afinal estava a brincar...


De costas?!...
Como se pode ver na imagem acima se a cúpula maior da igrega de La Salute aparece à esquerda a foto nunca pode ter sido tirada de costas para São Marcos, mas sim de um ponto na zona inferior da imagem, do lado esquerdo do canal mais estreito.
Afinal, farta dos enquadramentos de Canaletto, resolveu-se por uma graçola e eu pedagógico a investigar o disparate...

Tony Carreira

O concerto no Pavilhão Atlântico comemorativo de 15 anos de carreira é um espectáculo! Quero lá saber dos U2, este é um artista português de qualidade que produz divertimento para dezenas de milhar de portuguesas, que o aplaudem delirantemente.

Vistas


Perspectiva da espreguiçadeira: uma piscina, uma ria e um mar. Ali no lado direito ainda dá para ver um cantinho da cúpula de S. Marcos.

sexta-feira, agosto 05, 2005

Nas malhas do Fisco

Finalmente fomos apanhados! O IMI pago fora do prazo em dois anos sucessivos bloqueou a devolução do IRS este ano. Comprovado que foi que os pagamentos foram efectuados, vai ser doloroso fazer O SISTEMA reconhecer que já não devemos nada. Agora vai ser bonito para reaver a massa, por causa do cálculo dos jurozitos de dois ou três mezitos de atraso, a 1% ao mês, uma fortuna! E não é que a nossa jurista especializada em Fiscal vai cair na mesma rede. Pois é, apesar de ainda não ter sido liquidado o IRS (felizmente não tem só rendimentos por conta de outrém) lá tem as duas execuções fiscais à espera. Ai se os jornais descobrem lá se vão as hipóteses ministeriáveis...

terça-feira, agosto 02, 2005

Fintando a Crise, ou a Crise vista do Colombo

No primeiro dia de férias levamos os miúdos e vamos ao Colombo. Vamos almoçar ao Mac Donald, aproveitamos e fazemos as compras no supermercado. No segundo dia ficamos em casa, depois logo se vê...
(a fila na Calçada de Carriche continua na mesma no primeiro dia de Agosto, o parque de estacionamento do Colombo rebenta pelas costuras)

sexta-feira, julho 08, 2005

São Marcos VI (agora de costas)

Inês, Abril de 2003

São Marcos V

Inês, Abril de 2003

terça-feira, julho 05, 2005

São Marcos IV


Canaletto, Piazza San Marco Looking South-East, 1735-40

São Marcos III


Canaletto, Piazza San Marco with the Basilica, 1730

sábado, julho 02, 2005

São Marcos II


Canaletto, The Piazzetta, 1733-1735

São Marcos I


Canaletto, Piazza San Marco, Looking toward San Geminiano, 1735