quarta-feira, julho 09, 2008

Cuando nadie te quiera

Cuando nadie te quiera
Cuando todos te olviden
Volverás al camino donde yo me quede
Volverás como todos
Con el alma en pedazos
A buscar en mis brazos un poquito de fue
Cuando ya de tu orgullo no te quede ni gota
Y la luz de tus ojos se comienze a apagar
Hablaremos entonces del amor de nosotros
Y sabrás que mis besos
Los que tanto desprecias
Van a hacerte llorar

Cuando nadie te quiera
Cuando todos te olviden
Y el destino implacable quiera ver tu final
Yo estaré en el camino donde tu me dejaste
Con los brazos abiertos
Y un amor imortal
Porque quiero que sepas que no sé de rencores
Y otra vez de mi madre
Me enseñé a perdonar
Y una vez que conozcas mis tristezas y amores
Aunque tú no quisieras
Aunque nadie quisiera
Me tendrás que rogar

sexta-feira, julho 04, 2008

Francoise Hardy - Tous les Garcons et les Filles

Entre Anadia e Capri

No intervalo do 007 Ordem para Matar, no Cine-Teatro de Anadia, há muitos quilómetros atrás, a Françoise Hardy prometia-me futuros amores duradouros. Je ne suis pas jamais allé à Capri.

quinta-feira, julho 03, 2008

Não tenho idade

Parece que foi ontem (ou talvez anteontem)...

segunda-feira, junho 23, 2008

Eu não disse?












Hoje um amigo andava à procura deste livro, que eu lhe emprestei no Outono passado, e a que me referia aqui

quinta-feira, junho 19, 2008

Janis Joplin - Mercedes Benz

Oh Lord, won`t you buy me a Mercedes Benz, my friends all drive Porsches, I must make amends

segunda-feira, junho 02, 2008

sábado, maio 31, 2008

sexta-feira, maio 30, 2008

Ansiedade

Aproxima-se o dia dos anos e não me falta nada.

quinta-feira, maio 15, 2008

Agnus Dei

"Agnus Dei, qui tolis peccata mundi, miserere nobis -
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós"
A muita idade é isto. Hoje na Antena 2 anunciam o "Agnus Dei" de Bach e eu sabia a letra. Sou do tempo em que a missa era em latim. Só anos mais tarde percebi o significado.

Bach - B minor Mass - 24 - Agnus Dei

terça-feira, maio 06, 2008

quarta-feira, abril 30, 2008

Língua Portuguesa

É possível que hoje caiam "umas" aguaceiros "no" autoestrada? Só se fôr aqui nesta zona em que a composição das palavras mais atraiçoa os nativos (ou indígenas?).

quarta-feira, abril 09, 2008

Trocadilhos

Valha-me João de Deus, quando a minha especialista em aproximação linguística dedutiva explica que a miúda anda a aprender a ler pelo método da "Matilha Cadernal".

terça-feira, abril 08, 2008

sexta-feira, abril 04, 2008

De Férias em Salvador






















Escolhemos, para futuro, esta casita...

















...aqui ao pé do mar.

















À chegada a Mangue Seco...

















...achámos que a praia estava muito vazia.

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Ainda as cheias















Na foto da semana, no Semanário Económico, vem a brigada maravilha da junta de freguesia de SAC. Logo que a água baixou vieram pelo passeio a levantar as tampas das sarjetas, sem resultados apreciáveis no escoamento da água. Alguém perguntava o porquê de só um homem, aparentando ser o único que fazia alguma coisa, instruído pelas acompanhantes. Fizeram uma pausa em frente ao portão e voltaram ordeiramente, em direcção à rotunda, trajecto em que foram surpreendidos pelo fotógrafo. Penso que teriam instruções para se mostrar. A água acabou por baixar e lá fomos pôr a tralha para o lixo.

terça-feira, fevereiro 19, 2008

Cercados pela cheia






















O pico da cheia


As cheias na Ponte

1967 - Mais de 700 pessoas morreram, em 25 de Novembro, na região da Grande Lisboa
1983 - 10 pessoas morreram e 1.800 famílias ficaram sem casa, em 18 de Novembro, nos concelhos de Lisboa, Loures e Cascais
2008 - 1 morto e 2 desaparecidos, em 18 de Fevereiro, em zonas afectadas por cheias nos concelhos de LIsboa, Loures, Sintra, Oeiras, Almada e Setúbal

O filme da cheia



terça-feira, fevereiro 12, 2008

Anadia (Mogofores) nas bocas do mundo outra vez

Já o tinha visto, no passado dia de Todos os Santos, na visita anual que fazemos ao cemitério de Mogofores. Acompanhava o pároco na pequena procissão, que nunca chega ao jazigo onde estamos. Logo fui informado de que o bispo D. Ximenes Belo estava outra vez a residir no seminário dos salesianos, ao que parece a recuperar de uma doença. Nestes dias os atentados em Timor voltaram a trazê-lo à actualidade mediática e chamaram-me a atenção para referência que faziam nas tvs a Mogofores de Anadia. Agora toda a gente localiza melhor de onde chega a notícia.

domingo, fevereiro 10, 2008

Poema

Quadrilha

João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para o Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.

Carlos Drumond de Andrade

sábado, fevereiro 09, 2008

Meu Caro Amigo - Chico Buarque / Francis Hime

Recordando os velhos tempos

Ontem liga-me o mais velho a dizer (todo à piloto de ralis): "Estou agora a fazer o eixo norte-sul, estou aí daqui a cinco minutos", e levou logo como resposta: "E eu a pensar que o eixo norte-sul já estava todo feito, se calhar vais levar mais tempo..." Ficou ele uns segundos sem falar...

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

O Mundo visto do largo da Graça








O sr. João, fiel conselheiro dos fatos, camisas e gravatas, fez uma breve explicação de como as mulheres não sabem escolher as gravatas ou as calças para condizer com o casaco. É que normalmente encontram uma côr da risca fininha para escolher umas calças côr de rosa ou verde alface. E de seguida contou a história de um senhor que tendo-se separado, e emagrecido (?), mandou arranjar as calças, que tinham todas, escrito no cós, pela ex, indicações sobre o casaco e a gravata a vestir para condizer.

Um avô "desquecido"





Como diria a mais miúda cá de casa. Mais uma vez ficou esquecida a data mnemónica de 2 do 2. Agora é só tratar de compensar a neta e criar um alerta para a próxima. Pareço a minha mãe: que dia é hoje?

A vida é um carrossel


quarta-feira, janeiro 30, 2008

Anadia nas bocas do mundo (continua)











Não sendo pelas melhores razões, mas continuam a falar de Anadia. Nunca houve serviço de urgência no hospital de Anadia. Ficavam lá à noite um médico e uma enfermeira que davam uns comprimidos e umas injecções aos que apareciam com maleitas leves e recambiavam para Coimbra todos os outros.
A revolta de Anadia, que apenas evidenciou a falta de jeito do ministro para a política, tem mais a ver com o esquecimento a que se sentem destinados os que por ali vão ficando, entre os supermercados que proliferam e as telenovelas que embrutecem.

sexta-feira, janeiro 18, 2008

Cher - Bang Bang (My Baby Shot Me Down) original version

Português maltratado

















Foi num shopping aqui mesmo ao lado, nesta época de saldos cada vez mais extemporânea.

sexta-feira, dezembro 28, 2007

quarta-feira, dezembro 26, 2007

Cartão de Natal

Esquecido dentro de um livro, "A Cidade dos Prodígios", que ainda não li, encontrei um cartão, que de um lado tem impresso: "Com os melhores cumprimentos" e do outro, manuscrito o seguinte:
Sempre tomaste o Mundo como teu
Na esperança desbragada e sem tectos
Que quando falta o Homem sobra o Céu
Que te bafeja pleno este Natal
E fada: Avô de filhos, pai de Netos
Atmosferas de Natal - 2000
(A autoria é da minha inconfundível tia Manuela M. e o cartão acompanhou o dito livro, prenda de Natal judiciosamente seleccionada, pelo meu tio?)
E de facto é quase tudo verdade. Uns dias depois, haveria de nascer a minha filha mais nova.

sexta-feira, dezembro 14, 2007

O efeito das feromonas

Nestes dias começou uma grande agitação lá por casa. O assunto parece ser apenas as prendas para as amigas, mas cá para mim são as feromonas no ar.

terça-feira, dezembro 11, 2007

Estudo surpresa


Hoje, de manhã cedo, no balneário, antes da aula de ginástica, surgiu de repente, um novo estudo sobre a localização do aeroporto. Talvez o Henrique tenha perguntado o que é que eu achava sobre o novo aeroporto. Respondi que para mim o novo aeroporto devia ser na minha terra. Ideia imediatamente suportada pelo meu tio que localizou as pistas na várzea de Arcos. É claro que o Germano aprovou logo e sugeriu a integração no projecto da Quinta do Marquês da Graciosa. Pensei depois que a ligação ao TGV seria, é claro, na estação de Mogofores. Penso que a minha mãe não se iria importar apesar do ruído, pois, com a valorização da propriedade, passaria definitivamente para o Algarve. Enfim seria vantajoso para todos. Não sei se o LNEC também frequenta a blogosfera, senão terei que enviar um email para resumir a ideia e demonstrar as inevitáveis poupanças do meu estudo.

segunda-feira, novembro 19, 2007

Anadia nas bocas do mundo

Semanário 16-11-2007

CONSOLIDAÇÃO NAS EDITORAS NACIONAIS
Anadia oferece 40 milhões pela D. Quixote

Miguel Paes do Amaral ofereceu 40 milhões de euros pela posição do grupo catalão Planeta na editora D. Quixote. Trata-se de um valor irrealista e fora do mercado, mas mesmo assim Paes do Amaral, que tem adquirido nos últimos meses varias pequenas editoras nacionais, não deverá conseguir comprar a empresa.

A estratégia do Miguel Anadia é a de constituir um grande grupo editorial nacional para depois o vender eventualmente a um grupo alemão, à semelhança do que José Mattoso fez com a Bertrand, vendida com enormes mais-valias à Bertlesmann.

Entretanto, a CMVM condenou o empresário Paes do Amaral ao pagamento de uma coima de 75 mil euros por violação do dever de segredo sobre preparação de oferta pública de aquisição, com suspensão do pagamento de 50 mil euros durante dois anos. Em causa estão declarações de Paes do Amaral à imprensa sobre a intenção de avançar com uma oferta sobre a PT, concorrente à lançada pela Sonaecom, em Fevereiro de 2006.

"O Conselho Directivo da CMVM, por considerar que a execução parcial da coima aplicada realizava de forma adequada e suficiente as finalidades da punição, determinou a suspensão parcial da coima (em 50.000 euros)", explica o comunicado da entidade reguladora.

O pagamento deste montante (50 mil euros) poderá ser dispensado se, durante o período da suspensão (dois anos), Paes do Amaral não cometer qualquer outra infracção ao Código dos Valores Mobiliários. O empresário requereu a impugnação judicial da decisão.

sexta-feira, outubro 26, 2007

Uma vida à volta das caves

As coisas que trazemos do passado tornam dramática a notícia. As recordações mais antigas, de estar a escrever facturas, numa velha Remington, em triplicado, com papel químico pelo meio, ou apenas avisos de letras, dactilografados em postais. A festa de formatura do meu tio, com duas orquestras com o nome Batista, animando o baile, os comes e bebes para todos, no exterior das caves, e os convidados mais seleccionados no interior, a beber cup e a comer leitão. Ao nome inicial (Urbano & Seabra, Lda.) sucederam-se Caves Anadia e, após a impossibilidade de registar esse nome, a designação actual Caves Valdarcos, identificando o local, o vale de Arcos, na Malaposta, em Anadia. Os sócios eram o sr. Mariz, de Alféloas, que dividia uma quota com o irmão, o avô Batista, de Mogofores, e o sr. Silva, de Aguim, que, respectivamente, tinham as funções de técnico, gestor e comercial. Voltarei mais à frente a recordar esses tempos, no fim dos anos 50.

Resultou

A prova disso é o mail que recebi mesmo agora:

Hoje estreei a minha camisola nova. Perante o elogio entusiástico de uma colega, pude dizer a frase mágica: "foi o meu pai que me deu". Isto resulta.
Beijinhos

Assim fica confirmada a teoria, que não é minha, de que vale bem a pena investir numa prenda, ultrapassando a preguiça de um banal perfume, para que uma filha possa dizer a tal frase mágica, que fará um qualquer abrir a boca de espanto. Não vi mas imagino, o que viabiliza inteiramente o desembolso.

segunda-feira, outubro 22, 2007

Notas soltas

Premonição ou apenas o acaso, a minha senhora trouxe de Munique, no sábado passado, Tshirts para a malta nova a dizer apenas "Deutschland". Não terá nada a ver com o dito Tratado de Lisboa?
"O fim do petróleo" foi o livro das férias. Lá está descrita, em 2004, toda a actual crise do subprime, e o porquê do petróleo estar a chegar aos 100 dólares.
Agora vem aí a desvalorização súbita da nota verde?
Por cá está tudo na maior!

quarta-feira, agosto 29, 2007

Hoje faz anos a Inês

Vou telefonar-lhe agora. Quando se faz 34 anos ainda se tem muito caminho pela frente. Como de costume logo ao jantar vou abrir uma garrafa de champanhe (hoje é Valdarcos Super Reserva, para uma Super Filha). Parabéns Inês!

quarta-feira, julho 04, 2007

Nota biográfica

O que é para si um totalmente detestável dia de férias?
Um detestável dia de férias é a gente ir a caminho da praia, muito bem-dispostinho, e dar de caras com o Vasco Graça Moura.
de Pequena Entrevista a Henrique Viana (PÚBLICO, Verão de 1994)

Em 1974 faz parte do grupo fundador do Teatro Adoque, um de cujos objectivos era "renovar a revista à portuguesa".

sexta-feira, junho 29, 2007

Alta tensão

Não é fácil aguentar, existe alguma sobrecarga emocional exagerada, a situação não é pacífica, os antecedentes são muito marcantes, depois acha-se que não se vai aguentar, inventa-se uma desculpa e desiste-se.

segunda-feira, junho 18, 2007

Regresso à Costa Nova








Da nossa odisseia na sessão de canoagem na ria de Aveiro, em frente à Costa Nova, no sábado passado, sob chuva intensa, dar-se-á conta em local adequado (aqui ao lado).

Aqui ficam apenas as recordações longinquas (dos meus cinco anos?), da porta do pátio das traseiras, que dava para a areia da praia, da viagem de barco à Bruxa (que afinal era só uma casa de petiscos), atravessando a ria num moliceiro, que me parecia ir voltar-se (o que me fez mudar para o lado em que pensava poder compensar o desiquilibrio) e de uma grande crise doméstica quando, após uma noite em que o meu pai foi, com uns amigos, à pesca para a ria (?), e, não aparecendo de manhã, a minha mãe resolveu ir, sem ele, passear connosco o dia inteiro (para S. Jacinto?).

sexta-feira, junho 01, 2007

Português de Monte Gordo

Começa assim um aviso afixado numa casa de móveis (tipo armazém de tralha):
"Enforma-mos que ..."

quinta-feira, maio 17, 2007

Quinta Feira de Ascensão















A Festa da Ascensão na Praça de S. Marcos
Considerada uma das obras-primas de Guardi, a veduta representa a Praça de São Marcos decorada para a realização do mais sumptuoso festival de Veneza, a Festa della Sensa. Este acontecimento vivia no Dia da Ascensão a cerimónia de celebração do casamento simbólico entre Veneza e o mar, evocação da vitória longínqua que dera à cidade o controlo naval do Adriático. Para além da basílica, avistam-se na pintura o campanário, a torre do relógio, o palácio ducal, quase imperceptível, à direita, e os edifícios dos procuradores de São Marcos, parcialmente encobertos por arcadas temporárias, onde eram exibidos os produtos mais apreciados do artesanato veneziano. Em tela de surpreendente efeito atmosférico, o pintor cria um espaço fantástico, de dinâmica teatral, pleno de contrapontos, sugerindo a impressão de tudo ser vivo e imediato.

Francesco Guardi (1712-1793)Veneza, c. 1775 Óleo sobre tela 61 x 91 cm

sexta-feira, abril 13, 2007

O mundo visto das Galeries Lafayette

Isto é que é uma catedral do consumo!

Contraluz

Na aula de Ballet.

D. Maria II e D. Fernando

Maria da Glória Joana Carlota Leopoldina da Cruz Francisca Xavier de Paula Isidora Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga.

Lentinho

O meu irmão é muito lentinho! Leva sempre imenso tempo a pôr e a tirar as lentes de contacto (lente_inho).

quarta-feira, abril 04, 2007

Foi um instante

Fomos todos ali a Paris. Primeiro a Disneyland, alojados no Newport Bay, um luxo pouco habitual. Lá andámos ao frio, com alguma chuva.






Caçámos a Minie, o Mickey e o Pluto, tudo com as respectivas fotos. Vimos o desfile, andámos na Thunder Mountain, etc. e fomos aos Disney Studios.
Com transferência marcada lá chegámos a Paris e experimentámos os Lafayette e o Printemps num sábado à tarde em dia de promoções. Verdadeiramente impactante, até porque só andávamos à procura de um guarda chuva barato. Mas a chuva foi-se embora e ainda fomos aos Halles e vimos o Centro Pompidou, tudo muito escuro por aqueles lados. Depois foi Notre Dame em domingo de Ramos, passeio no Sena até à Torre Eiffel, trajectos sempre entremeados por crepes. O Louvre, sim fui lá e vi a Mona Lisa, a Vénus de Milo e aquele mar de gente em domingo à tarde. À noite Quartier Latin, São Severino. Manhã de regresso, as pernas já muito cansadas Faubourg Saint Honoré só para vista, Eliseu, Place des Vosges e uma volta final nos Grands Magasins do Boulevard Haussman. Finalmente a desilusão do aeroporto CDG, sem nada para ver nem comprar. Nos voos da TAP também já só há uma sandezita sensaborona algumas vezes com queijo. Viajar já não é o charme de antigamente. Lembro-me de um festival de marisco (eu que nem gosto) num voo da SAS, champagne e caviar (também não gosto) nos voos da Swissair, os bifes num regresso de Milão, na Varig, as lojas da freeshop de Orly e muitas outras aventuras em que comprava sempre uma gravata de seda, bebia um conhaque francês e comia uma refeição quente acompanhada de vinho de boa qualidade. Outros tempos!

quinta-feira, março 08, 2007

Oliveira da Figueira


Um nosso familiar mantém-nos informados, regularmente, de forma não muito discreta, sobre os seus sucessos mediáticos, e equiparados.
Dir-me-ão: o que é que isso tem a ver com o Tintin? Pois é, não tem nada a ver!

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Em mau estado

















Aqui, mesmo ao pé do mar, há casas que continuam em muito mau estado.

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

O aborto é apenas um sintoma

Não sei se este país algum dia será moderno. O futuro não augura nada de melhor. O que está dentro destas cabeças não promete (Salazar). Alguns mais decididos batem com a porta e vão-se embora (voltam de vez em quando passar férias). Quem precisar qualquer dia pode apanhar o TGV para ir a Badajoz. Os homens não abortam mas votam.

A festa acabou?











Os andores na capela de Anadia no dia da festa de S. Sebastião. Só não vimos as pessoas...

terça-feira, janeiro 02, 2007