terça-feira, dezembro 02, 2014

quarta-feira, novembro 26, 2014

DEAD COMBO "Povo Que Cais Descalço"


"Um país abandonado, deixado à mercê de um destino que não se vislumbra no horizonte. Um povo descalço, que cai a cada passo que dá, empurrado por uma gigantesca mão feita de aço. Paisagens inóspitas arrancadas, à força, do coração de que é feito esta gente. Um coração que bate, forte, indestrutível. O povo que cai, mas que se ergue sempre após cada queda e continua a caminhar. O povo que é o país, o povo que somos nós. Todos." Dead Combo

quinta-feira, novembro 20, 2014

Família Cruz
































Da esquerda para a direita: tio António, tia Conceição, tia Rosa, Avô (Manuel Gomes Ventosa), Avó (Ana Eugénia Carrinho da Cruz), com a Madalena à sua frente, marido da tia Encarnação, tia Encarnação, com a Lucília ao colo, o Pai (Joaquim Gomes da Cruz) atrás, tio Manuel e o irmão da Avó, chamado Teodoro.

terça-feira, novembro 18, 2014

quarta-feira, novembro 12, 2014

terça-feira, novembro 11, 2014

Grande Entrevista















De Santiago:
Caro Quim:
Lindo, lindo o, nosso mister, muito jovem e certamente deixou de ser, a partir de agora, um ginasta que já é da nossa idade. Bem de perfil e a três-quartos e bom trabalho da maquilhadora. Mas como falta som, que disse ele? Falou em nós, a brigada do reumático, os nossos feitos no tapete, na bola maldita, no step, no espelho, no espaldar, no bolar, na rede, no "colchão"? Vão transformar-se os Leões em S.A. que será posta na Bolsa e vendidos 51 % à Isabel dos Santos', vamos ter contrato de 5 anos com cláusula de rescisão de milhões? Quem vai ser o PDG da nova sociedade desportiva, e o Presidente do Conselho Fiscal? Quantos lugares vão ter "os de Anadia" nos cargos importantes?
Tantas perguntas que precisam de resposta imediata, senão não durmo hoje.
Um abraço
Do teu tio e putativo zelador do ambiente moral no balneário, lugar principescamente remunerado, claro.
Respondi Eu:
Nada, nem falou de nós (enquanto estive a ver). Na quinta esclarecemos. Mas fiquei espantado com a complexidade do assunto. Temos um grande gestor técnico!

sexta-feira, novembro 07, 2014

Estrelinha

Olha que não perdeste pela demora!

terça-feira, junho 24, 2014

terça-feira, maio 13, 2014

quinta-feira, janeiro 09, 2014

23 de Julho de 1966

















E perguntam vocês onde é que eu estava em 23 de Julho de 1966?... Pois estava de férias na Figueira da Foz e como sempre depois de almoço fui para o "picadeiro" ver as vistas. Estive a ver o jogo num café numa transversal em frente aos bilhares. Ao intervalo já tinha a certeza que iríamos ganhar. E o que é que isso importa agora?


segunda-feira, dezembro 16, 2013

quinta-feira, dezembro 12, 2013

segunda-feira, novembro 25, 2013

25 de Novembro de 1975

Eu estive lá (e tinha 25 anos!)




terça-feira, novembro 12, 2013

sexta-feira, novembro 01, 2013

O "guiãozito" da Reforma do Estado

Eu bem disse que isso não ia dar em nada! (de: Quase Perfeito - Donna Maria)

quinta-feira, outubro 31, 2013

sexta-feira, outubro 25, 2013

Parabéns miúda

Soneto de Fidelidade

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinicius de Moraes

terça-feira, outubro 22, 2013

quarta-feira, setembro 25, 2013

Frases com história

Tristeza é um buraco na areia

A Vida desenha-se sem borracha

quinta-feira, setembro 19, 2013

segunda-feira, setembro 09, 2013

sexta-feira, julho 12, 2013

segunda-feira, julho 08, 2013

domingo, junho 30, 2013

sexta-feira, junho 28, 2013

terça-feira, junho 11, 2013

quarta-feira, junho 05, 2013

Istambul já está a arder?


























A jovem de vermelho é um símbolo. "Quanto mais nos atiram spray, maiores ficamos".

quinta-feira, abril 18, 2013

Que trabalheira...

Entrevista ao meu Pai
Pergunta:
Há alguém da família que tenha estado na guerra colonial? Em que sítio?
Resposta:
Na nossa família apenas o teu tio avô António (o tio Nito), irmão da avó Teresa, esteve no serviço militar em Moçambique, entre meados de 1960 e 1962, mas isso foi antes de haver guerra nesta antiga colónia. Quando ele lá estava iniciou-se a guerra em Angola. Ele esteve colocado no norte de Moçambique, em Nampula, Mocimboa da Praia e Mueda, pertencia a um destacamento de engenharia e andou a construir pontes nessas zonas, que foram logo destruídas quando se iniciou a guerra.
Quando eu fui para a tropa, em outubro de 1974, portanto depois do 25 de abril, já não se previa ser mobilizado para África, porque estavam em curso negociações para a descolonização e independência das colónias, que então eram chamadas de provincias ultramarinas, terminando a presença de militares portugueses nesses países.
Pergunta:
Ele escrevia muitas vezes? Preocupavam-se quando o correio não chegava?
Resposta:
Recebíamos muitas cartas e era em família que elas eram lidas. Contavam como era viver lá tão longe em sítios tão diferentes. De vez em quando havia atrasos no correio e ficávamos um pouco preocupados, principalmente os pais dele.
Pergunta:
Quem eram as “madrinhas de guerra”?
Resposta:
As madrinhas de guerra eram umas senhoras voluntárias que se correspondiam com os militares para os manter animados e trocarem cartas onde podiam exprimir as suas preocupações e assim evitarem as depressões provocadas por viverem em situações de grande risco para a própria vida e terem que participar em combates, com muitas vítimas mortais e feridos das duas partes.
Pergunta:
Os jornais e a rádio davam muitas notícias da guerra? Já havia televisão?
Resposta:
Geralmente não havia notícias da guerra. Normalmente era uma pequena frase com as baixas (mortes) nos combates, e dizia-se que sempre em número muito inferior à realidade.
A televisão surgiu em 1957 e em meados dos anos 60 era normal haver programas pelo Natal, gravados nessas colónias, destinados às mensagens dos militares para as suas famílias, que eram sempre momentos muito tristes e de grande ansiedade.
Pergunta:
Lembram-se de algum episódio relacionado com a chegada ou a partida de militares para a guerra?
Resposta:
Quando o tio regressou de Moçambique em 1962, eu tinha 12 anos, viémos esperá-lo ao cais de Alcântara, porque ele vinha num navio. Foi a primeira vez que eu vim a Lisboa. Veio o carro do meu pai com os outros familiares e eu vim numa camioneta de caixa aberta para levar uns caixotes de madeira que ele trouxe com a sua bagagem e várias coisas que lá tinha comprado, incluindo artesanato. Algumas dessas peças ainda estão lá em nossa casa. A curiosidade é que chegámos a Lisboa ao fim do dia e dormimos essa noite dentro dos carros num jardim perto do cais, onde hoje são as Docas, regressando todos no dia seguinte.

quarta-feira, março 27, 2013

segunda-feira, fevereiro 25, 2013

quinta-feira, fevereiro 14, 2013

quarta-feira, fevereiro 13, 2013

Frases que não esquecem

Raul Brandão
O SILÊNCIO E O LUME
Dezembro de 1924
... 
Este tipo esgalgado e seco, já ruço, que dorme nas eiras ou sonha acordado pelos caminhos, sou eu. Sou eu que gesticulo e falo alto sozinho, envolto na nuvem que me envolve e impregna. Que força me guia e impele até à morte?
...

segunda-feira, janeiro 14, 2013

quarta-feira, dezembro 12, 2012

quarta-feira, dezembro 05, 2012

Morreu o encenador Joaquim Benite

Quando lhe perguntaram se achava que ficaria na história, respondeu assim: “Os encenadores nunca ficam na história. Só os escritores, como o Shakespeare. Sabe, acho que vale a pena viver para nos divertirmos. Lutar por coisas, para cumprir missões, não. O teatro é um sinal de civilização que está na origem da sociedade. Até nos animais. Quando chego a casa, o meu cão faz uma dança que parece egípcia, pá. São rituais de representação. Mas o teatro não tem missão nenhuma. É uma coisa que as pessoas fazem porque gostam e as outras vêem porque lhes dá prazer”.

Vidro de Munique


Ana Moura - 'Até ao Verão'

segunda-feira, dezembro 03, 2012

sexta-feira, novembro 30, 2012

Santiago dixit

5 - Respondeu o Patrício
Tio António (antes Tonito, Toni, Tó, Toino,)
Felizmente que uma publicação na 1º página de uma Revista especializada de um distinto Sobrinho-Gestor permitiu esclarecer/clarificar uma situação, pelos vistos, complexa e que terá (?) vindo a complexar o tio António ao longo dos últimos anos.
Que fique bem claro. Para mim o tio Nito nada tem a ver com o Nico o tal … das cantorias, das telenovelas, das piadas, etc, etc.
Afinal de contas, a situação resume-se à simples (e inocente) troca de um c por um t …
A confusão por mim involuntariamente criada possibilitou-nos regressar às origens do tio Nito (oh, que saudades…não?) e recuar no tempo … sessenta e tal anos.
O ROC também Leão Amestrado


4 - Santiago dixit:

Gestor preocupado
Caro sobrinho:
Estava eu preparado para elaborar um ditirambo comemorativo da tua ascensão ao estrelato de capa de revista, elogiando o facto "em si", mas especialmente vincando o ar preocupadamente responsável do gestor em causa, facto que não sendo de estranhar nos tempos que correm teria sempre de ser atribuído à congeminação de uma estratégia enxertada numa conjuntura muito táctica e desfavorável cuja origem não poderá deixar de ser atribuída ao Sócrates que Deus tenha em paz e descanso.
Pena foi que tenhas atalhado tão rápidamente, pois poderias suscitar muitos mais comentários o que te permitiria recolher vasta matéria para o livro que ainda não escreveste.
Fiquei muito grato pela teu pronto terçar de armas com vista a sanear a grave incorrecção de Chefe-SROC ao insinuar que, na intimidade familiar eu seria tratado por "nico", o que seria execrável. Aproveito a oportunidade para dar uma lição ao tal Chefe, a quem envio o presente texto também.
Ao tempo, teria eu uns poucos aninhos, gerou-se um contencioso insanável entre mim - António - e um miúdo vizinho da minha idade de nome tambèm António, com o qual eu me confundiria no acto de chamamento familiar campesino Antóóóóóniiiioooo.... Foi por isso que decidi resolver o problema em termos de diferenciação de marca. Eu teria que passar a ser chamado de outra coisa. Os grandes, perante a minha insistência passaram a chamar-me então de "Tonito" por ablação do prefixo "An" e adição de um "t" providencial, face à inaceitabilidade de passar a chamar-me "toino", "Tó", "Toni" ou mesmo "Toninho". Passado algum tempo, voltei ao assunto pois não me sentia ainda autónomo do vizinho; daí, e depois de muitas locubrações de carácter semântico e linguístico, emito o grito do Ipiranga que ficou bem gravado na históriografia familiar: "eu sou o Nito e António é o miudo filho do Sr. Miranda". E assim ficou para sempre, mas reservado apenas ao pessoal mais chegado!
É inaceitável e impossível , portanto, a confusão com "Nico", que se refere a um tal "Nicolau", cantor, humorista, actor e empresário com o qual eu não tenho qualquer comparação, porque o "peti nom" de "Nico" resulta da ablação do sufixo "lau" enquanto o "nito" resulta da ablação do prefixo "anto" e a adição de um t; além disso não sou humorista, nem cantor, nem actor nem sequer empresário.
Conclusão: os ROC são mais de números e pouco de linguística.
Rugidos leoninas, ainda acima da linha de água, a ambos
Santiago dixit,
numa manhã fria, chuvosa e deprimente como o mundo lá fora.

3 - Esclareci eu, já preocupado:
Espero que quase todos tenham percebido que se tratou de uma brincadeira de um colega da administração que me "apanhou" numa pose relaxada, numa reunião maçadora! Correcção: o "petit nom" do tio é Nito.

2 - Respondeu o Patrício:
Estás de parabens, Quim ! e, nós Leões Amestrados, também. Não é todos os dias que um dos nossos salta para as primeiras páginas (por um bom motivo…) de uma prestigiada publicação.
Fica para a posteridade que cumpriste aquilo que se costuma definir como a realização de um Homem, quando passa pela Terra :
 .Plantaste uma arvore (pelo menos, que eu saiba,  ajudaste naquela que plantámos em Azeitão, em cada do Farinha)
.Escreveste um livro (se compilasses tudo o que escreveste daria um bom livro... nem que fossem só os escritos do blogue dos LA…)
.Fizeste um filho (bom, aqui tenho que ser rigoroso: paletes deles …) .
 HOMEM REALIZADO ! VALEU A PENA !
 O Director-Geral
 (é de família : já em tempos, já lá vão uns bons anos, também o tio António (na intimidade mais conhecido pelo tio Nico), mereceu honras de 1ª página, da Revista EXAME)

1 - Disse eu:
Finalmente fui capa de revista


sexta-feira, novembro 09, 2012

Anos 70




























Pai e filho com o mesmo olhar "por debaixo da burra"

Quadros


quarta-feira, outubro 31, 2012

Acabaram as Raspadinhas

Isto dito assim, estava eu na fila para ver o euromilhões e comprar o jornal, deixou-me a pensar. Será que o dono resolveu acabar com o vício das velhotas que fazem corropio das mesas do café para o balcão dos jornais a tentar a sorte? A dúvida acabou depressa que a empregada esclareceu logo, estão esgotadas, deve ser da crise, tem havido muita procura. E pronto lá se foram os imaginários ideais altruístas do pequeno empresário explorador das depressões alheias.

sexta-feira, outubro 19, 2012

terça-feira, outubro 09, 2012

segunda-feira, setembro 10, 2012

Revelação

Não sei porquê veio-me à lembrança a história que termina com a afirmação: "Camaradas! Agora que eu sou patrão é que vejo as coisas como elas são!"

sexta-feira, agosto 17, 2012

segunda-feira, agosto 13, 2012